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Portugueses são os que mais querem comprar nas redes sociais no futuro

Parte do futuro do eCommerce passa pelas plataformas sociais. Além da grande quantidade de tempo que os internautas passam nestes serviços, há uma componente social que fortalece a credibilidade da compra online.
10/07/2013


Os consumidores portugueses são os europeus que mais intenções têm de comprar através das redes sociais nos próximos anos. Quase metade dos inquiridos, cerca de 41%, admitiram que no futuro tencionam adquirir bens através de plataformas sociais, um valor que é superior aos 29% da média europeia no mesmo indicador. 

Atualmente, 18% dos portugueses já admitem fazer compras através de sites com cariz social e de forma regular. Nesta área de análise os consumidores nacionais ficam atrás dos italianos e dos polacos, que têm taxas de comercialização em redes sociais acima dos 23%. Ainda assim Portugal fica ligeiramente acima da média europeia que é de 17%. 

O estudo do Observatório Cetelem analisou as intenções de consumidores de 12 países e concluiu ainda que 78% dos europeus das nações analisadas já fazem compras através da Internet. Em Portugal o valor desce para os 72%. 

Juntando os dois indicadores, os analistas acreditam que o eCommerce só tem tendência para crescer nos próximos anos e que as redes sociais podem ser um dos principais motores desse crescimento. 

"O consumo 2.0 tem de ser mais inteligente e mais moderno", considera o diretor de marketing do Cetelem em Portugal. Diogo Lopes Pereira considera que os consumidores têm cada vez mais conhecimento de causa relativamente às compras online e que as compras à distância vão fazer parte da realidade futura. 

Os modelos de compra sociais, com base na sugestão de amigos e pessoas de círculos próximos, é uma das formas de promover o comércio online e de transmitir alguma segurança ao eCommerce. Por outro lado, as redes sociais são das plataformas onde os jogadores mais tempo passam. 

Recentemente uma aplicação portuguesa, a Facestore , criou um modelo destinado para empresas que permite a comercialização de alguns produtos através do Facebook. Incluindo o pagamento, tudo se faz dentro da rede social. 

No estudo do Observatório Cetelem foram inquiridas mais de 6.500 pessoas (pelo menos 500 indivíduos por país, com idade superior a 18 anos) através da Internet, em 12 países Europeus: Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Hungria, Itália, Polónia, Portugal, República Checa, Roménia, Reino Unido e Eslováquia 


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